5 February, 2008

É do barulho!

O carnaval não foi o único grande evento que o mundo assistiu neste fim de semana. Nos estados Unidos, o Super Bowl bateu recorde de audiência e de acordo com o instituto Nielsen Media Research, 97,5 milhões de espectadores – somente nos Estados Unidos - assistiram ao jogo que teve como vitorioso o New York Giants sobre o favorito New England Patriots.  Além do espetáculo proporcionado pelos times da Liga Nacional de Futebol Americano (NFL), os comerciais exibidos nos intervalos do campeonato são considerado um show à parte. Segundo confirmou John Bogusz, vice presidente executivo de vendas de esporte e marketing da CBS os anunciantes estão pagando mais de 2.6 milhões de dólares por espaços de 30 segundos. A PepsiCo. aproveitou seus 30 segundos muito bem pagos de fama para demonstrar seu apoio à diversidade, com um comercial mudo – mas que está fazendo muito barulho -  onde os protagonistas são deficientes auditivos. O comercial está no YouTube desde domingo (somente 2 dias!) e já foi visto 584,776 vezes. Veja você também!

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25 January, 2008

YouTube Ecológico

Em agosto de 2007 foi lançada no Brasil uma espécie de versão ecológica do YouTube. ECO1 - Natureza em vídeo - conta com vídeos relacionados com o aquecimento global e a preservação da natureza, entre outros.

Além do conteúdo produzido pela SofTV com a colaboração da Universidade Bandeirantes , os usuários podem enviar seu próprio material que tenha a natureza como protagonista: rios, vegetação, oceanos, animais e pássaros, ou qualquer outro tema relacionado com o meio ambiente.

O público objetivo do portal são os professores e alunos da rede pública do país.

Fonte:  Istoé

23 January, 2008

YouEmbedTube

You Embed Tube permite agrupar vídeos de YouTube de acordo a TAGs
Aqui uma seleção de Vídeo de Natura Cosméticos.

22 January, 2008

Cuidemos dos bosques: vejamos as árvores.

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By Ernesto van Peborgh

Sempre tive uma fascinação pelas árvores. Quando eu era garoto vivia fazendo cumes e saltando entre seus galhos. Desde a minha primeira “casinha”, improvisada com uma tábua e dois pregos, pude criar inúmeros mundos mágicos: navegar pelos mares da Malásia, infectado de piratas, ou defender as muralhas de um forte da Legião estrangeira no meio de um deserto. Foram Carvalhos, Eucaliptos ou Pinheiros. Quando os meus pés saíam do chão, a minha mente entrava em seu mundo e no da fantasia.

Os mundos mágicos que a minha imaginação podia criar não estavam tão longe da realidade, já que cada árvore representa um pequeno mundo em si mesmo, um ecossistema que dá vida e enriquece a terra.

Ela representa um claro exemplo do que significa ser sustentável: utiliza o sol como fonte de energia para criar nutrientes e dar refugio a um submundo onde convivem centos de diferentes espécies de animais, pássaros e microorganismos. Produz oxigênio, processa CO2, filtra a água e previne a erosão.

Nada se perde, tudo se aproveita para gerar e manter a vida. Não existem desperdícios, não existem resíduos. Sobre sua sombra e de seus frutos nasce um sotobosque que dá continuidade ao ciclo da vida de outras espécies e da sua própria.

Há pouco tempo, na Argentina, graças a uma convocatória do Greenpeace, conseguiu-se juntar quase um milhão e meio de assinaturas, as quais finalmente centraram o objetivo das autoridades na Lei de Bosques.

Mais de um milhão e meio de pessoas se conscientizaram da depredação que estávamos realizando em nossas árvores nativas: na Argentina eram devastados cerca de 300.000 hectares de bosques nativos por ano. Essas cifras estão alinhadas com um processo que ocorre a nível mundial: 80% dos bosques nativos do mundo já foram cortados e nesse momento apenas na Amazônia estão sendo cortadas 2.000 árvores por minuto.

Parece que cumprir com o legado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro já não é suficiente. Conservar uma árvore talvez tenha se transformado na ação mais importante para que esse filho que temos, ou teremos, não apenas possa criar “seus” mundos mágicos, mas que também posso desfrutar desse mágico mundo.

21 January, 2008

Perdidos em tudo*

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By Santiago Craig

Dizem que tudo está na Internet.

Na verdade não, não está tudo aí. Eu, pelo menos, não pude encontrar o cheiro de pimenta nem o sabor ácido dos morangos no Google. Mas com certeza aí existem muitas, mas muitas coisas.

Nunca na história da humanidade tantos homens tiveram tanta informação a sua disposição.

É quase um lugar comum dizer, mas isso tem suas vantagens e seus problemas. Uma vantagem, claro, porque é uma ferramenta essencial para a circulação do conhecimento, para o intercambio, e para o início de uma nova forma de inteligência: a inteligência coletiva. Um problema porque enfrenta nossa ética, nossa vontade e inclusive a nossa paciência a novos dilemas.

Eu não farei referência aos conteúdos violentos ou pornográficos, nem às instruções para armar uma bomba caseira, nem aos usos criminais da web. Tudo isso esta dentro do jogo democrático e é um tema para um debate mais amplo. Falarei de algo um pouco mais simples, mas não por isso pouco importante: o final dos filmes.

Há uns dias no jornal argentino Pagina 12 saiu uma reportagem que comentava como um garoto havia “limpado” o ruído da última cena do filme “Encontros e desencontros” deixando descoberto o que o protagonista Bill Murray dizia no ouvido de sua companheira feminina, Scarlett Johansson. Agora todos podem saber essa linha final que a diretora do filme havia decidido deixar (muito poeticamente) livre para a imaginação do público.

Sem importar se estou ou não de acordo com o “descobrimento” o certo é que, como dizia antes, a Internet nos coloca frente a novos desafios, que nos obrigam a pensar sobre nossa condição: Que coisas queremos saber e que coisas preferimos deixar do lado do mistério?; O que mostramos e o que ocultamos em nosso blogs, nesse espaço público universal que é a rede?; Que sentido damos a nossas buscas, por que escolhemos ver ou não ver o que já está fatalmente aí, ao nosso alcance?; Do uso racional e subjetivo da Internet podemos derivar uma aprendizagem moral, uma formação na eleição e na convivência de saberes, opiniões e eleições diferentes?

* Originalmente o filme se chama “Lost in translation”, que para o espanhol foi traduzido a “Perdidos em Tóquio”, o que explica a referência do título.

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28 September, 2007

Confusão no funil

Como temos dito neste blog, as transformações que a mídia participativa tem gerado na sociedade estão mudando a forma como as empresas fazem marketing.

Uma maneira interessante de ilustrar o que está acontecendo é resgatar uma teoria tradicional que diz que o processo de compra é um funil: baseada no princípio da subtração, essa idéia nos diz que a adoção por uma marca passa primeiro pelo conhecimento, depois consideração, preferência, ação e, enfim, a tão sonhada lealdade.

Nos últimos anos o velho funil do marketing ficou confuso. Hoje, conectados em rede, influenciados pela opinião um dos outros, e cada vez mais rejeitando o auto-elogio da publicidade e buscando conteúdo relevante, os consumidores têm uma percepção diferente do que é o valor de uma marca.

O gráfico acima, divulgado recentemente pelo instituto Forrester Research, compara o velho e o novo funil de marketing, se assim podemos chamar.
Teorias a parte, o que importa é a complexidade que tomou o processo que leva um consumidor a tornar-se fiel a marca. No limite, pode-se assumir que as empresas já não são mais donas de suas próprias marcas; que um internauta engajado pode ser o seu melhor profissional de marketing nas comunidades em que participa.

27 September, 2007

A máquina somos nós.

Michael Wesch, um professor de antropologia de Kansas, explica de maneira simples, entretenida - e muito viral – o que é afinal, Web 2.0:

“A máquina somos nós”. A web 2.0 se trata de pessoas se conectando com outras pessoas.

E isso está apenas começando.

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24 September, 2007

Wiki é coisa de mulher!

Martha Stewart, a ama de casa mais multifacética dos Estados Unidos e magnata dos meios de comunicação, está incorporando novos ingredientes da Web 2.0 em suas receitas para elaborar novos negócios.

Segundo anunciou Susan Lyne, CEO do grupo Martha Stewart Living Omnimedia numa conferencia em Nova Iorque na semana passada, MSLO está desenvolvendo um site com formato wiki orientado à comunidade.

Lyne disse também que o foco do novo projeto não está bem definido pelo momento já que Martha Stewart planeja diversificar sua marca e linha de produtos.
Stewart conta atualmente com um perfil em MySpace e Facebook, além de uma página de Internet MarthaStewart.com que recebe uma enorme quantidade de visitas diárias.

O grupo Omnimedia conta também com varias revistas, programas de televisão e de rádio e uma linha bastante variada de merchandising, é claro.

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20 September, 2007

Kotler: "o cliente participa, dá palpites e pode destruir um trabalho de brand"

Aos 76 anos, o professor Philip Kotler, lenda viva do mundo mercadológico, recomendou aos cerca de mil empresários e executivos de marketing presentes na semana passada num evento promovido pela Telefônica, em São Paulo, que para se fazer um trabalho de construção de marca eficaz os orçamentos de mídia devem contemplar cada vez mais novos meios, especialmente os que estimulem a interatividade e convergência.

Sacou do bolso um celular Blackberry para mostrar como a busca pela convergência está no topo da pauta de prioridades das agências, dos grupos de mídia e conseqüentemente dos anunciantes, que “vão pagar a conta”. Segundo Kotler, o Blackberry permite conexão na palma da mão à internet e serviços de voz, “mas o iPhone já oferece isso mais rádio, iPod, câmara digital, visual voice mail e conexão wi-fi”, disse o professor titular da Kellog Graduate School of Management da Northwestern University para uma platéia com idade média de 40 anos. O hiato entre as duas tecnologias foi extremamente rápido, mas não escondeu a proposta de convergência, na expressão de Kotler.

A importância da convergência digital nas estratégias de mar-keting se resume na expressão “gerar falatório”, que para Kotler é a razão básica dos planos de comunicação nessa era de mundo plano. O grande truque é encontrar grupos que vão se identificar tanto com uma marca, produto ou serviço e que vão deflagrar uma série de recomendações positivas através das chamadas mídias sociais materializadas por blogs, e-mails e MSN, por exemplo. O efeito buzz é o que interessa nesses tempos de convergência digital. Pesquisas mostram que não basta gostar ou gostar muito. Para ser eficiente, a recomendação deve estar no nível da adoração. Para Kotler, a mídia de massa está ultrapassada. É o momento da mídia gerada pelo consumidor, que o professor resume através da sigla CGM (Consumer-Generated Media).

“A mídia de massa resiste porque quer estar na era da convergência, situação que o ambiente digital vai resolver. Mas é bom ficar atento às novas demandas. Antes, um plano de mídia mostrava uso adequado dos meios tradicionais. Agora, pode sugerir a BZZAgent.com, de David Balter, especializada em envolver e reunir agentes capazes de gerar falatório através de blogs. Antes, a mensagem era impositiva. Agora, o cliente participa, dá palpites e pode destruir um trabalho de brand muito rapidamente. Esse direito de escolha que a era digital trouxe, criou vozes importantes. A internet permite que o consumidor use sua voz. Ele pode ser ouvido. Por que alguém paga mais por um café na Starbucks, cerca de US$ 2,50, sem que essa marca não invista muito dinheiro em mídia? Ela optou pelo buzz. Tem campanhas que já nascem com o blog do bem e o blog do mal”, observou o professor que também fez palestra no Fórum Mundial de Estratégia e Marketing promovido pela HSM.

Às agências de publicidade, Kotler recomendou cuidado e conhecimento na hora de decidir sobre modelo de gestão com base em abrangência de serviços. Os especialistas e as empresas de nicho podem ganhar espaço. A suspeição sobre os generalistas é grande. A imagem das agências full-service é que sempre farão campanhas melhores desde que sobre sua base de excelência. Por outro lado, o marketing 3.0 está inserindo o discurso espiritual, que são as razões que vão além do racional e do emocional. As questões ambientais e sociais estarão relacionadas ao universo espiritual. Porém, vale ressaltar a importância da cultura. Ela sempre resiste às inovações.

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11 September, 2007

Como se faz?

Descobrimos através do Blog do Julián Gallo, como a empresa de telefonia celular Sprint buscou inspiração no fenômeno dos vídeos “How-To” para criar sua nova campanha viral. Segundo o blogger argentino, esses vídeos explicativos são cada vez mais populares na web e tratam sobre os mais variados temas: desde como utilizar um software até como preparar um Martini.

A campanha da Sprint está formada por distintas peças que ensinam como economizar tempo na solução de determinados problemas. Nesse vídeo, por exemplo, aprendemos como ganhar três semanas.

Que bom se tudo na vida viesse com um manual!

Assista outros vídeos da campanha aqui.
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