5 February, 2008
É do barulho!
O carnaval não foi o único grande evento que o mundo assistiu neste fim de semana.
O carnaval não foi o único grande evento que o mundo assistiu neste fim de semana.
Em agosto de 2007 foi lançada no Brasil uma espécie de versão ecológica do YouTube. ECO1
Além do conteúdo produzido pela SofTV
O público objetivo do portal são os professores e alunos da rede pública do país.
Fonte: Istoé
You Embed Tube permite agrupar vídeos de YouTube de acordo a TAGs
Aqui uma seleção de Vídeo de Natura Cosméticos.
By Ernesto van Peborgh
Sempre tive uma fascinação pelas árvores. Quando eu era garoto vivia fazendo cumes e saltando entre seus galhos. Desde a minha primeira “casinha”, improvisada com uma tábua e dois pregos, pude criar inúmeros mundos mágicos: navegar pelos mares da Malásia, infectado de piratas, ou defender as muralhas de um forte da Legião estrangeira no meio de um deserto. Foram Carvalhos, Eucaliptos ou Pinheiros. Quando os meus pés saíam do chão, a minha mente entrava em seu mundo e no da fantasia.
Ela representa um claro exemplo do que significa ser sustentável: utiliza o sol como fonte de energia para criar nutrientes e dar refugio a um submundo onde convivem centos de diferentes espécies de animais, pássaros e microorganismos. Produz oxigênio, processa CO2, filtra a água e previne a erosão.
Mais de um milhão e meio de pessoas se conscientizaram da depredação que estávamos realizando em nossas árvores nativas: na Argentina eram devastados cerca de
Parece que cumprir com o legado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro já não é suficiente. Conservar uma árvore talvez tenha se transformado na ação mais importante para que esse filho que temos, ou teremos, não apenas possa criar “seus” mundos mágicos, mas que também posso desfrutar desse mágico mundo.
By Santiago Craig
Dizem que tudo está na Internet.
Na verdade não, não está tudo aí. Eu, pelo menos, não pude encontrar o cheiro de pimenta nem o sabor ácido dos morangos no Google. Mas com certeza aí existem muitas, mas muitas coisas.
Nunca na história da humanidade tantos homens tiveram tanta informação a sua disposição.
É quase um lugar comum dizer, mas isso tem suas vantagens e seus problemas. Uma vantagem, claro, porque é uma ferramenta essencial para a circulação do conhecimento, para o intercambio, e para o início de uma nova forma de inteligência: a inteligência coletiva. Um problema porque enfrenta nossa ética, nossa vontade e inclusive a nossa paciência a novos dilemas.
Eu não farei referência aos conteúdos violentos ou pornográficos, nem às instruções para armar uma bomba caseira, nem aos usos criminais da web. Tudo isso esta dentro do jogo democrático e é um tema para um debate mais amplo. Falarei de algo um pouco mais simples, mas não por isso pouco importante: o final dos filmes.
Há uns dias no jornal argentino Pagina 12 saiu uma reportagem que comentava como um garoto havia “limpado” o ruído da última cena do filme “Encontros e desencontros” deixando descoberto o que o protagonista Bill Murray dizia no ouvido de sua companheira feminina, Scarlett Johansson. Agora todos podem saber essa linha final que a diretora do filme havia decidido deixar (muito poeticamente) livre para a imaginação do público.
Sem importar se estou ou não de acordo com o “descobrimento” o certo é que, como dizia antes, a Internet nos coloca frente a novos desafios, que nos obrigam a pensar sobre nossa condição: Que coisas queremos saber e que coisas preferimos deixar do lado do mistério?; O que mostramos e o que ocultamos em nosso blogs, nesse espaço público universal que é a rede?; Que sentido damos a nossas buscas, por que escolhemos ver ou não ver o que já está fatalmente aí, ao nosso alcance?; Do uso racional e subjetivo da Internet podemos derivar uma aprendizagem moral, uma formação na eleição e na convivência de saberes, opiniões e eleições diferentes?
* Originalmente o filme se chama “Lost in translation”, que para o espanhol foi traduzido a “Perdidos em Tóquio”, o que explica a referência do título.
Uma maneira interessante de ilustrar o que está acontecendo é resgatar uma teoria tradicional que diz que o processo de compra é um funil: baseada no princípio da subtração, essa idéia nos diz que a adoção por uma marca passa primeiro pelo conhecimento, depois consideração, preferência, ação e, enfim, a tão sonhada lealdade.
Nos últimos anos o velho funil do marketing ficou confuso. Hoje, conectados em rede, influenciados pela opinião um dos outros, e cada vez mais rejeitando o auto-elogio da publicidade e buscando conteúdo relevante, os consumidores têm uma percepção diferente do que é o valor de uma marca.
Martha Stewart, a ama de casa mais multifacética dos Estados Unidos e magnata dos meios de comunicação, está incorporando novos ingredientes da Web 2.0 em suas receitas para elaborar novos negócios.
Segundo anunciou Susan Lyne, CEO do grupo Martha Stewart Living Omnimedia numa conferencia em Nova Iorque na semana passada, MSLO está desenvolvendo um site com formato wiki orientado à comunidade.
Lyne disse também que o foco do novo projeto não está bem definido pelo momento já que Martha Stewart planeja diversificar sua marca e linha de produtos.
Stewart conta atualmente com um perfil em MySpace e Facebook, além de uma página de Internet MarthaStewart.com que recebe uma enorme quantidade de visitas diárias.
O grupo Omnimedia conta também com varias revistas, programas de televisão e de rádio e uma linha bastante variada de merchandising, é claro.
Aos 76 anos, o professor Philip Kotler, lenda viva do mundo mercadológico, recomendou aos cerca de mil empresários e executivos de marketing presentes na semana passada num evento promovido pela Telefônica, em São Paulo, que para se fazer um trabalho de construção de marca eficaz os orçamentos de mídia devem contemplar cada vez mais novos meios, especialmente os que estimulem a interatividade e convergência.
Sacou do bolso um celular Blackberry para mostrar como a busca pela convergência está no topo da pauta de prioridades das agências, dos grupos de mídia e conseqüentemente dos anunciantes, que “vão pagar a conta”. Segundo Kotler, o Blackberry permite conexão na palma da mão à internet e serviços de voz, “mas o iPhone já oferece isso mais rádio, iPod, câmara digital, visual voice mail e conexão wi-fi”, disse o professor titular da Kellog Graduate School of Management da Northwestern University para uma platéia com idade média de 40 anos. O hiato entre as duas tecnologias foi extremamente rápido, mas não escondeu a proposta de convergência, na expressão de Kotler.
A importância da convergência digital nas estratégias de mar-keting se resume na expressão “gerar falatório”, que para Kotler é a razão básica dos planos de comunicação nessa era de mundo plano. O grande truque é encontrar grupos que vão se identificar tanto com uma marca, produto ou serviço e que vão deflagrar uma série de recomendações positivas através das chamadas mídias sociais materializadas por blogs, e-mails e MSN, por exemplo. O efeito buzz é o que interessa nesses tempos de convergência digital. Pesquisas mostram que não basta gostar ou gostar muito. Para ser eficiente, a recomendação deve estar no nível da adoração. Para Kotler, a mídia de massa está ultrapassada. É o momento da mídia gerada pelo consumidor, que o professor resume através da sigla CGM (Consumer-Generated Media).
“A mídia de massa resiste porque quer estar na era da convergência, situação que o ambiente digital vai resolver. Mas é bom ficar atento às novas demandas. Antes, um plano de mídia mostrava uso adequado dos meios tradicionais. Agora, pode sugerir a BZZAgent.com, de David Balter, especializada em envolver e reunir agentes capazes de gerar falatório através de blogs. Antes, a mensagem era impositiva. Agora, o cliente participa, dá palpites e pode destruir um trabalho de brand muito rapidamente. Esse direito de escolha que a era digital trouxe, criou vozes importantes. A internet permite que o consumidor use sua voz. Ele pode ser ouvido. Por que alguém paga mais por um café na Starbucks, cerca de US$ 2,50, sem que essa marca não invista muito dinheiro em mídia? Ela optou pelo buzz. Tem campanhas que já nascem com o blog do bem e o blog do mal”, observou o professor que também fez palestra no Fórum Mundial de Estratégia e Marketing promovido pela HSM.
Às agências de publicidade, Kotler recomendou cuidado e conhecimento na hora de decidir sobre modelo de gestão com base em abrangência de serviços. Os especialistas e as empresas de nicho podem ganhar espaço. A suspeição sobre os generalistas é grande. A imagem das agências full-service é que sempre farão campanhas melhores desde que sobre sua base de excelência. Por outro lado, o marketing 3.0 está inserindo o discurso espiritual, que são as razões que vão além do racional e do emocional. As questões ambientais e sociais estarão relacionadas ao universo espiritual. Porém, vale ressaltar a importância da cultura. Ela sempre resiste às inovações.
A campanha da Sprint está formada por distintas peças que ensinam como economizar tempo na solução de determinados problemas. Nesse vídeo, por exemplo, aprendemos como ganhar três semanas.